.olhos e ouvidos abertos

Alguma coisa está fora da ordem.

Publicado em música, saudade por cyn costa em Domingo, 10 Fevereiro, 2008

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Por favor, não completem a música, já que a ordem citada é política, assuntinho complexo e fora da realidade do meu blog.

Há alguns muitos anos atrás (sem especificar a data, pliiis!),  fui apresentada a uma banda pelo meu irmão, que na época ainda não tinha um gosto musical formado e se dividia em vários estilos e formatos. Pra minha sorte, ele sempre enveredou por caminhos trilhados com pincel de ponta, certinho, reto, centrado. Ponto pra mim. Que banda é essa? New Order, banda pós-punk de música eletrônica inglesa formada em 1980 pelos ex-integrantes do Joy Division após o suicídio do vocalista Ian Curtis e que acabou em 2007. É considerada a pioneira na união do rock com a música electrónica e foram uma das maiores difusoras da música electrónica, ao lado de bandas como os Depeche delícia Mode e os Pet Shop my mind Boys. 

E tudo começou aí… pra mim, course.

p.s: rimão, essa é pra você.

obis: au bon goût de canelle. Pão de Açúcar, Dom Severino. dilíssa!

pt: alone em casa num domingo. amo muito tudo isso.

Bitowniando meu dia.

Publicado em amor, música, paciência por cyn costa em Sexta-Feira, 8 Fevereiro, 2008

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 something in the way she moves. attracts me like no other lover. something in the way she woos me. i don’t want to leave her now. you know I believe and how. somewhere in her smile she knows. that I don’t need no other lover. something in her style that shows me. i don’t want to leave her now. you know I believe and how. you’re asking me will my love grow. i don’t know, I don’t know. you stick around now it may show. i don’t know, I don’t know. something in the way she knows. and all I have to do is think of her. something in the things she shows me. iI don’t want to leave her now. you know I believe and how.

Boa inventar a máquina avião de teletransporte???

p.s: 08.07.2005

Publicado em amor, chuva, saudade por cyn costa em Sexta-Feira, 1 Fevereiro, 2008

Trago a sensação de que ele sempre está ao meu lado, apesar disso nunca ter acontecido.

De manhã, na preguiça de acordar com um dia chuvoso, pedindo um cobertor e alguém pra aquecer, ele me vêm e, cheio de amor, beija minhas costas dizendo que já é hora de levantar. Olho nos seus olhos e vejo a sua primeira declaração de amor. Por longas e intermináveis horas, as declarações surgem a todo momento, das formas mais inusitadas e autênticas. “Ao meu lado tem uma garota com o anel igual ao seu”, “Engraçado, tomei sorvete de tangerina!”, “Amor, tô levando pão de arroz e leite de soja pra você”, ” Bora comer suflê de cebola amanhã?”. Ah, meu coração explode de felicidade e de conforto. Amar é fazer parte, é estar junto, é pensar que sua vida seria insuportável sem isso, uma dor que dói e sufoca só de imaginar.

Em dias de chuva, sentamos em frente à tv e ali ficamos, por horas, quietos e distantes do que se passa na telinha. O que importa é o toque, o cheiro, o conforto, as mãos dadas, os pés enroscados e gelados, o abraço que ele me dá, as piadas sem graça que me conta mas acabo sorrindo para vê-lo feliz, a vontade de ganhar dinheiro sem fazer nada, o cochilo que tira com o rosto no meu pescoço depois de sussurrar por zilhões de vezes que odeia aquele filme água com açúcar, quando aperta minha mão enquanto dorme por medo que eu saia de perto, o aconchego definitivo para mais uma noite abraçados.

Em dias de domingo, reinamos absolutos e infinitos. Eu sou dele e ele é meu. Não há nada no mundo capaz de dimensionar essa força que nos leva a desejar só um, a amar só um, a querer só o abraço de um, a querer só ele.  E tudo perde a graça se não for com ele, se não for a voz dele, a música dele, a revista dele, o lençol dele, o pijama dele, a cama dele, o gosto dele, o sorriso dele, o nariz dele, o beijo dele.

Mesmo nunca tendo vivido isso de verdade. É amor mesmo de longe.